janeiro 12, 2012

Novo "produto" do governo: Lei dos pardais.

"Cuidado, pare perigo! Leia bem antes o aviso, pois não aceito devolução!"

Começo essa publicação com o link da noticia, retirado no site g1.com. O trecho da musica “pare perigo” – grupo tradição, deixou de ser válida do Brasil.
É estranho como aqui a lei sempre vale a favor do governo. A frota brasileira vem aumento (e muito) nos últimos anos, e continuará aumentando. Com isso, por obvio estradas de 50, 60 anos atrás não suportarão a carga de veículos e a pressa que o ser humano vive hoje, no ritmo frenético que a sociedade está. Piedade das autoridades, que não conseguem fundos para modernização de nossas rodovias? É claro que não. Piedade dos motoristas, que deverão enfrentar mais uma lei que coíbe a responsabilidade do governo acidentes nas estradas. A fiscalização eletrônica de velocidade, no Brasil, se tornou um meio lucrativo para o governo. O esquema é fácil de ser interpretado: Pagamos as multas aonde o valor deveria ser revertido em benfeitorias nas estradas; Continuamos andando em estradas esburacadas e perigosas; O dinheiro some sem prestação de contas a sociedade (é muito fácil desviar dinheiro desse esquema); Pagamos pedágios para ter condições mínimas da via; achamos que um dia poderemos ser país de primeiro mundo. Que da risada? Aqueles mesmo que sorridentes pedem nossos votos a cada 4 anos.
No restante do mundo há fiscalização de velocidade que funciona, porque as autoestradas possuem velocidade e estruturas relativas à quantidade de carro. Não é necessário andar numa rodovia federal a 80 Km/h, não há parada de fluxo por falta de viadutos, não há escândalos, há sim, infraestrutura. Fazem valer aquele imposto que por essa época aparece no correio do brasileiro, IPVA. 
Em suma, deixo minha revolta com a administração publica que mais uma vez transferiu sua responsabilidade para os motoristas. Descobriram um jeito de retirar dinheiro do povo e induzir os mesmos que isso zelará pela sua segurança. O jeitinho brasileiro funcionou novamente. Lucro para o governo, que ao invés de colocar rodovias em bom e seguro estado de utilização, obriga-nos a nos adequar ao que “temos”. Acho que a fiscalização deve acontecer se tivermos uma velocidade de trânsito coerente, bem como uma fiscalização coesiva. Enquanto tivemos um país que vise “pró-labore” aos “diretores”, teremos que conviver com rodovias apáticas e carros sem condições rodando por elas – aqui entro em outro ponto. O Brasil tem uma fiscalização precária sob o estado dos carros que rodam, mas não entrarei em detalhes, não nesse momento.

Um comentário:

  1. Aqui na nossa região, temos um bom exemplo: Rota do Sol, chegando a Terra de Areia dois radares de 40Km/h, tudo devido a uma reserva biologia - se alguem viu uma mosca sequer na reserva, favor se manifeste. Há, no verão, um fluxo intenso de veiculos que ja vem numa velociade de 80 Km/h. O radar faz todos desaceleram para passar, o que afunila o transito por alguns quilometros. A meu ver, se torna muito mais facil um acidente, do que carros em velocidade normal porem dispersos.

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